Lá fora eles falam. Num quintal onde reina a hipocrisia, não os suporto pela forma como se dão. Engraçado, crítico o que planto todos os dias, a mentira. As famílias são assim todas tem as suas brigas esta penso ser diferente. Não vivem a briga, vivem mentira, vivem do falso. Deveria eu ser diferente? Deveria porque os odeio. Riem em voz alta como se de felicidade trata-se. Os miúdos, os pequenos felizardos não se apercebem que por entre falas e festas num cão nada é sincero. São também os únicos que amo. 4 e 12 anos. Idade da saudade. Nunca feliz mas despreocupada.
Mentira. Amo sim quem ri, a minha avô. Que se me faltar irá ser uma perda imensa.
E eu fico como a mais de um ano, no meu quarto quase todas as tardes, ouvindo, distraindo-me da televisão, do meu novo blogue que nada me dá, lembrando o quanto a amo. Se fugir pudesse não o faria. Pela falta de coragem. Eles pensam que sim, que irei. Para longe. Estudar. E assim pensam que estou "parad_" por isso, a espera do momento. Mentira, nada tenho planeado. Vou a Universidade, montarei em breve um negócio e pronto, viajar para já não, mas gostava. Falei sim, por alto. Mas não tenciono.
Penso estar sozinh_
Realmente estou, por mais mil pessoas que me rodeiem nunca que me vou sentir como me sentiria se estivesse com aquela pessoa e como a amo.
- Se tudo depender dele como chega sempre a uma hora de atraso bem podemos pensar em chegar ás 22h. Riu brincando de gozo como sempre habitual com ele.
- Já tu como não tens nada que fazer nunca te atrasas, para quem está num quarto sempre agarrad_ a um computador é fácil falar. Diz-me de jeito rude.
Magoou.
Não tenho precisão do tempo mas durante muito tempo sustive o choro e a lágrima. Não consegui a dado momento e a lágrima escorreu. Contia o soluço que teimava em querer sair. Falavam alto de outros assuntos como se nada tivesse sido dito. Num carro com 5 apenas estão 4. Eu estou longe. Fecho os olhos, pensam que estou a dormir, como sempre pensam e dou a entender que estou. Escorre a lágrima por entre o banco e a minha cara escondida. Caí.
- Não sabes o que dizes. Cuidado, tens dois filhos. Deus queira que tu e os teus nunca fiquem sem objectivos.
Penso. Mas não digo.
Ficou entalado. Como tudo.
Mentira. Amo sim quem ri, a minha avô. Que se me faltar irá ser uma perda imensa.
E eu fico como a mais de um ano, no meu quarto quase todas as tardes, ouvindo, distraindo-me da televisão, do meu novo blogue que nada me dá, lembrando o quanto a amo. Se fugir pudesse não o faria. Pela falta de coragem. Eles pensam que sim, que irei. Para longe. Estudar. E assim pensam que estou "parad_" por isso, a espera do momento. Mentira, nada tenho planeado. Vou a Universidade, montarei em breve um negócio e pronto, viajar para já não, mas gostava. Falei sim, por alto. Mas não tenciono.
Penso estar sozinh_
Realmente estou, por mais mil pessoas que me rodeiem nunca que me vou sentir como me sentiria se estivesse com aquela pessoa e como a amo.
- Se tudo depender dele como chega sempre a uma hora de atraso bem podemos pensar em chegar ás 22h. Riu brincando de gozo como sempre habitual com ele.
- Já tu como não tens nada que fazer nunca te atrasas, para quem está num quarto sempre agarrad_ a um computador é fácil falar. Diz-me de jeito rude.
Magoou.
Não tenho precisão do tempo mas durante muito tempo sustive o choro e a lágrima. Não consegui a dado momento e a lágrima escorreu. Contia o soluço que teimava em querer sair. Falavam alto de outros assuntos como se nada tivesse sido dito. Num carro com 5 apenas estão 4. Eu estou longe. Fecho os olhos, pensam que estou a dormir, como sempre pensam e dou a entender que estou. Escorre a lágrima por entre o banco e a minha cara escondida. Caí.
- Não sabes o que dizes. Cuidado, tens dois filhos. Deus queira que tu e os teus nunca fiquem sem objectivos.
Penso. Mas não digo.
Ficou entalado. Como tudo.
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