Imagino as três formas da minha vida a minha frente como se pode-se escolher uma delas. De qual eu gostaria mais... e gosto de uma delas que inventei e se pode-se escolher só de viver de uma, essa seria certamente a que escolheria, talvez porque foi idealizada e construída ao pormenor. Poderia dizer que gosto dela por ser perfeita mas não é, dentro dela existem próprias desgraças e tristezas que qualquer vida tem, afinal todos temos problemas, até esse meu lado. Não sei se o desgaste do conjunto delas está em todas terem os seus problemas e acabo por enfrentar ou viver com mais problemas do que o custume, a verdade também é que, sou eu que os crio, já que sou eu que crio essa vida. Acabar com ela seria fácil, parto o computador e acabasse a vida que não é vida apenas aquilo que me leva a morte. Morte, é tema que me mete medo, um medo que não vejo em outras pessoas e quando falo dele as pessoas riem como se fosse tont_, será que penso demasiado nela? Penso, acho que penso sim, não quero morrer e vivo sempre com a sensação que vou morrer amanhã. Em alguma das minhas vidas. Quero mesmo acabar com todas as mentiras e por consequência todas essas vidas em linhas cruzadas que se atropelam. Mas quem não tem medo de morrer? Eu tenho. Principalmente se morrer e tudo for descoberto. Como reagiram quando tudo vem ao de cima? Poderia ter tanto por fazer lá fora. Tanto. Não quero morrer. E não quero com isto dizer que estou de tal forma depressiva que me penso em matar, só não quero morrer pronto.
Independentemente disso, a minha escolha seria ter a vida que me possibilita-se estar com quem amo.
Independentemente disso, a minha escolha seria ter a vida que me possibilita-se estar com quem amo.
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